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O Boteco do França já fazia parte da história de Salvador. Agora, essa história passou a orientar a marca.
Com mais de duas décadas de história, o Boteco do França já era uma referência da cidade. O desafio não era criar uma nova marca, mas organizar sua essência para preparar o negócio para crescer sem perder aquilo que o tornou um dos botecos mais emblemáticos de Salvador.
Mas descobrimos que seu maior patrimônio era outro: a memória construída ao redor da marca. Investigamos a percepção de sócios, colaboradores, clientes e mercado para compreender o que realmente fazia as pessoas voltarem ao Boteco há tantos anos. A estratégia passou a proteger essa história enquanto preparava a marca para o futuro.
A identidade visual foi atualizada sem romper com a memória construída ao longo de mais de vinte anos. A comunicação passou a valorizar o Rio Vermelho, a cultura baiana, a gastronomia afetiva e, principalmente, Zé Raimundo como protagonista dessa história. Cada elemento passou a reforçar aquilo que o Boteco sempre representou para Salvador.
A identidade passou dos mockups para os produtos, ambientes, cardápios, fardas, fotografia, conteúdos e experiências reais com os clientes. E, à medida que o Boteco se expandiu para novos contextos, como Ilha de Itaparica e Praia do Forte, a marca manteve uma direção comum em cada novo ponto de contato. O que foi definido como marca passou a ser vivido como experiência.
A marca passou a traduzir aquilo que o Boteco sempre representou: encontros, histórias e pertencimento.
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